A cláusula 4ª é
de todos!

Esta categoria tem uma história de luta e resistência.
Todas as suas conquistas são reflexos da luta dos trabalhadores.
O empresário petroquímico sempre tentou impor
a sua lei. E nós, conscientemente, soubemos reagir.
Foi assim na greve de 1985, quando paramos o pólo petroquímico
de Camaçari, fato inédito no mundo. E foi assim
também em setembro de 1989 quando o patronato descumpriu
a Convenção Coletiva da Categoria. A cláusula
4ª desta Convenção determinava que “na
ausência de Lei que discipline os reajustes salariais,
as empresas corrigirão os salários no percentual
correspondente a 90% do Índice de Preço ao Consumidor
(IPC) do mês anterior, ou outro índice oficial
que viesse a substituí-lo, completando a diferença
entre a correção e o índice acumulado,
sempre que o resíduo atingir 15%”. Ainda o parágrafo
único deixava claro que “as empresas manterão
a política conveniada nesta cláusula na hipótese
de nova lei que introduza política salarial menos favorável”.
Mas o reajuste devido não foi repassado pelo patronato.
Então, a cláusula 4ª é a dívida,
com juros e correção monetária, que os
empresários têm com os trabalhadores. E durante
todos estes anos vem sendo cobrada de forma contundente. Essa
categoria parou, mobilizou e continuou de cabeça erguida,
buscando e ampliando seus direitos e reivindicando o cumprimento
desta cláusula. Hoje, depois de vários anos,
estamos nesta batalha judicial. Sabemos que esta categoria
é de luta e assim, quando for convocada, saberá
dar o troco.
Muita luta e mobilização.
Os trabalhadores ficaram revoltados com o descumprimento da
Cláusula 4ª. Mas não ficaram calados. O
SINDIQUÍMICA promoveu mobilizações da
categoria para que as empresas cumprissem a Convenção.
Trabalhadores de diversas empresas entraram em greve ou fizeram
paradas e protestos em prol do cumprimento da Cláusula
4ª. Em vários casos, os patrões não
hesitaram em reprimir violentamente as legítimas reivindicações,
inclusive despedindo companheiros que lutavam pelo direito
de todos.
Em 12 de junho de 1990, os trabalhadores das empresas Nitroclor,
Dow Química, Union Carbide, Estireno, Tibrás
e Carbonor entraram em greve exigindo o pagamento da Cláusula
4ª. Trabalhadores de outras empresas promoveram atrasos
de até três horas na jornada de trabalho. O patronato
reagiu com demissões e convocou a Polícia Militar
para coibir com violência o movimento. Na Nitroclor
e na Dow , a greve durou 45 dias. Foram dias de muita luta
e determinação. Na Nitroclor, cerca de 100 trabalhadores
foram demitidos e na Dow 154 companheiros. O Sindicato denunciou
o fato arbitrário à imprensa e iniciou uma campanha
com o slogan "Estas Assinaturas Não Valem Nada".
Em 1991, foi a vez dos trabalhadores da Rhodia, Tibrás
e novamente Estireno, entrarem em greve. E trabalhadores de
várias empresas do Pólo suspenderem as rendições
nos turnos.
Diante do impasse, a partir de maio de 1990, o SINDIQUÍMICA
ingressou com ações junto à Justiça
do Trabalho, contra todas as empresas infratoras da Cláusula
4ª, em Camaçari e Candeias. Em abril de 1991,
saiu a primeira decisão judicial sobre o assunto, dando
ganho de causa aos trabalhadores, contra a empresa CQR (atual
BRASKEM). Frente à iminente derrota, a Smithkline promoveu
acordo judicial diretamente com seus trabalhadores, reconhecendo
parte da dívida. Na mesma linha, a direção
da Copene tentou enganar seus trabalhadores, oferecendo apenas
3,5 salários aos empregados. Foi um golpe baixo, mas
não deu certo. Poucos foram os trabalhadores que aceitaram
a desvantajosa transação. A partir daí
, houve vários julgamentos de mérito favoráveis
aos trabalhadores nas Juntas de Conciliação
e Julgamento e no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), sempre
acompanhados por trabalhadores e Sindicato, que se mantiveram
mobilizados.
Acuados, os empresários entraram, ainda em 1990, com
um dissídio coletivo no TRT. Era uma tentativa de reverter
as iminentes derrotas nas ações de cumprimento.
Mas, em 1991, os trabalhadores obtiveram uma expressiva vitória
mesmo neste dissídio coletivo, por 9 votos a dois.
O TRT disse com todas as letras que a Cláusula 4ª
era para valer.
Já em 1992, trabalhadores e Sindicato foram em caravana
a Brasília acompanhar o julgamento do recurso das empresas
pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Foi um julgamento
tenso. Os trabalhadores ganhavam por 5x4 votos, mas o Presidente
Marcelo Pimentel se recusou a proclamar resultado. A votação
foi suspensa para almoço. No retorno, o ministro Ursulino
Santos Filho alterou voto e mudou resultado.
Mas a luta continuou, e o processo seguiu para o Supremo Tribunal
Federal (STF). Durante o ano de 1993 o Sindicato encampou
campanhas para cobrar o pagamento da Cláusula 4ª.
Em 1994, o Sindicato impetrou agravo de instrumento no STF,
alegando procedimentos incorretos e equívocos jurídicos
no julgamento do TST. A luta foi crescendo ano a ano. Durante
os anos de 1995, 1996, 1997 e 1998, o Sindicato manteve acesa
a busca pelo pagamento da Cláusula 4ª, colocando
o tema como prioridade nas campanhas reivindicatórias,
durante as rodadas de negociação e também
em todos as suas mobilizações.
Nossa luta ganhou fôlego em setembro de 1998, com uma
decisão da 2ª Turma do STF, acolhendo nosso agravo
de instrumento e determinando o julgamento do mérito
da Cláusula 4ª.
Em setembro de 1999, uma grande assembléia no Estádio
do Galícia reuniu mais de 5.000 trabalhadores, com
o tema "Vamos buscar a cláusula 4ª".
No início de 2001, mais uma vitória: a Procuradoria
Geral da República deu parecer favorável aos
trabalhadores. O processo retornou ao Ministro Marco Aurélio.
Em 2001, a ação da Cláusula 4ª foi
julgada pela 2ª Turma do STF. O primeiro julgamento aconteceu
em maio, quando obtivemos o voto favorável do Relator,
Ministro Marco Aurélio. Na ocasião, o Ministro
Nelson Jobim pediu vista regimental do processo. Foi marcada
uma nova sessão para o dia 11/9, que não aconteceu.
Então, no dia 18/9, com a participação
de dezenas de trabalhadores, conseguimos a vitória
por 3x2.
Só que o patronato, mais uma vez, recusou-se a cumprir
a decisão da Justiça. Diante disso, em 2002,
o Sindicato promoveu uma grande campanha utilizando a frase:
"Nem a Braskem, nem a Dow são mais fortes que
a Justiça. Cláusula 4ª. Ganhamos e vamos
levar, custe o que custar", a campanha incluiu publicações
de peças publicitárias, incluindo outdoors e
mobilização de cerca de 15 mil trabalhadores
com acampamentos nas portas das fábricas, passeatas
e caminhadas. Neste mesmo ano, em um domingo, 27 de janeiro,
mais de 3.000 trabalhadores participaram de uma grande caminhada
na orla marítima de Salvador, para protestar contra
o desrespeito dos patrões à determinação
da Justiça.
No ano de 2002, Sindicato e trabalhadores formaram o bloco
LUTE, e fizeram seu protesto participando da Mudança
do Garcia, durante o Carnaval. Outras grandes mobilizações
foram os acampamentos durante o dia, em várias empresas
do pólo para protestar contra a demora do patronato
em pagar a Cláusula 4ª. E durante a cerimônia
de entrega do Prêmio Copene de Teatro, em frente ao
Teatro Castro Alves, o Sindicato denunciou à sociedade
o calote que a atual BRASKEM vem passando em seus funcionários.
Em 19/4/2002 foi publicado no Diário Oficial da União
o Acórdão (íntegra dos votos dos ministros),
referente ao resultado do julgamento da Cláusula 4ª
pelo STF, em 18/09/2001. Ainda no mês de abril de 2002,
o Sindicato realizou diversas mobilizações nas
portas das fábricas pelo pagamento imediato da Cláusula
4ª. A Polícia Militar de Camaçari reprimiu
o movimento, para impedir a distribuição do
boletim, apreendendo inclusive um dos carros do Sindicato.
Em 30/07/2002, mais uma manifestação. Dessa
vez, a manifestação foi na avenida Paralela
e os trabalhadores saíram em passeata até a
sede da Odebrecht. O pagamento da Cláusula 4ª
foi colocado como prioridade na Pauta de Reivindicações
entregue ao patronato e como "Ponto Zero" na Campanha
Reivindicatória de 2002.
Em 25/08/2002 o sindicato mandou publicar no jornal A Tarde
um Aviso de Cobrança com o título: Surge a Braskem
com uma grande dívida com seus Trabalhadores. Em 13/11/2002,
os trabalhadores, junto com o Sindicato fizeram uma grande
mobilização em frente à Polibrasil e
à UCAR, devido à audiência da ação
de cumprimento da cláusula 4ª que iria acontecer
na 3ª Vara de Trabalho de Camaçari. A audiência
foi adiada para 29/1/2003.
Em 11/12/2002, como resultado da aposentadoria do Ministro
Néri da Silveira, e sua substituição
pelo Ministro Gilmar Mendes, a Segunda Turma do (STF), por
três votos a dois, voltou atrás na decisão
que havia proclamado a validade da Cláusula 4ª.
Àquela altura do processo, contudo, não caberia
mais modificação desse tipo. Contra essa absurda
reversão, no dia 24/10/2005, a nossa assessoria jurídica
entrou com embargos de divergência, para o Plenário
do STF, composto por todos os seus 11 Ministros, solicitando
a anulação do último julgamento e o restabelecimento
do acórdão original.
Desde o ano de 2004, continuavam as mobilizações
pelo pagamento da Cláusula 4ª. Em maio de 2005,
os trabalhadores da Policarbonatos se reúnem em assembléia
para decidir sobre um acordo com a empresa, para pagamento
da cláusula 4ª. Foi o reconhecimento da própria
empresa da dívida que tinha com os seus trabalhadores.
Em fevereiro de 2006, o Ministro Sepúlveda Pertence,
Relator do processo da Cláusula Quarta no Plenário
do STF, proferiu um despacho admitindo que o recurso apresentado
pelo nosso Sindicato deveria ser examinado pelo Plenário
do Tribunal. A decisão foi muito significativa, pois
sinalizou o reconhecimento, pelo Relator, de que no caso em
questão, a 2ª Turma do Tribunal não poderia
ter alterado o resultado que dera a vitória aos trabalhadores.
E, finalmente, no dia 28/6/2007, o processo foi a julgamento
no Plenário do STF, com transmissão ao vivo
para todo o país pela TV Justiça. Na oportunidade,
em extenso e detalhado voto, o Ministro Sepúlveda Pertence
deu ganho de causa aos trabalhadores. Mas em atendimento ao
pedido de vista regimental feito pelo ministro Gilmar Mendes,
o julgamento foi suspenso.
Apesar de ainda não ter saído a sentença
final favorável à causa da Cláusula Quarta,
o desfecho do STF já aponta para a tão esperada
vitória dos trabalhadores petroquímicos e químicos
da Bahia. Depois de obter voto favorável do relator
da causa, Ministro Sepúlveda Pertence, o processo da
Cláusula 4ª aguarda nova data para ir ao plenário
da mais Alta Corte de Justiça do país. Longe
de ser um sonho impossível, a Cláusula 4ª
está próxima de se concretizar em sua amplitude,
desde que os ministros do STF ajam com justiça e sabedoria
e os trabalhadores continuem mobilizados e lutando ativamente.
Linha do tempo
1989
Setembro
Trabalhadores e empresários assinam acordo. A cláusula
4ª diz que, na falta de uma lei de reajuste, os salários
seriam corrigidos em 90% do INPC do mês anterior
1990
Março
Após o Plano Collor, irregularmente os patrões
descumprem acordo
Abril
24 - “Quanto Vale a Palavra do Patrão?”
Slogan da campanha que inicia cobrança do pagamento
da cláusula 4ª
Maio
Sindiquímica entra com ação de cumprimento
do Acordo.
Junho
12 – Iniciada 45 dias de greve na Nitroclor (atual DuPont)
e Dow Química. Paralisações também
na Union Carbide (atual Dow) e Carbonor (atual QGN).
Sinper/Sinpaq entram com dissídio coletivo
29 – Iniciada campanha: “Estas Assinaturas Não
Valem Nada!
1991
Abril
3ª Junta de Conciliação e Julgamento de
Camaçari julga questão favorável aos
trabalhadores, condenando CQR (atual Braskem) a pagar.
Setembro
Campanha reivindicatória “Reagir é preciso”,
cobrando a cláusula 4ª. Greves na Rhodia, Tibrás
e Estireno.
Novembro
20 - TRT julga cláusula 4ª favorável aos
trabalhadores por 9 votos contra 2. Julgamento acompanhado
de vigília na porta do Tribunal
Dezembro
Patrões recorrem da decisão no TST e tentam
acordos individuais. Ministro Almir Pazzianoto, concede liminar
adiando por 180 dias julgamento final do recurso.
1992
Março
Sindicato e trabalhadores reagem contra tentativas de acordos
baixíssimos na Copene (atual Braskem).
Abril
Smithkline paga cláusula 4ª
Junho
Campanha “Sem Cláusula 4ª não tem
Qualidade”, cobrando cumprimento da cláusula
4ª
Setembro
Patrões não comparecem a audiência de
conciliação. Iniciada campanha “Paguem
o que nos Devem”.
Novembro
17 – Sai caravana da “esperança e ética”
para Brasília. Audiências com ministros do TST
e Ministro do Trabalho, Walter Barelli.
Dezembro
14 - Ministro do TST, Almir Pazzianoto em Salvador. Trabalhadores
entregam dossiê
16 - Julgamento no TST. Trabalhadores ganhavam por 5x4 votos.
Presidente Marcelo Pimentel se recusa a proclamar resultado.
Votação suspensa para almoço. No retorno
ministro Ursulino Santos Filho altera voto e muda resultado.
23 - Trabalhadores usam tarja preta contra patrão e
boicotam festas final de ano.
1993
Fevereiro
Sindicato ingressa com Embargos Declaratórios contra
decisão do TST. Argüida suspeição
do Ministro Marcelo Pimentel.
Fevereiro/maio
Sindicato entra com Embargos, Agravo e Recurso Extraordinário
no TST que foram negados.
Julho
23 - Iniciada campanha “Anulação do Julgamento
Imoral”
Setembro
TST nega seguimento ao Recurso Extraordinário. Sindicato
entre com Agravo de Instrumento para o STF. Iniciada campanha
reivindicatória “Sem Salário Não
Há Qualidade Total”, cobrando cláusula
4ª
1994
Setembro
Campanha reivindicatória “Exigimos emprego, salário
e cidadania”. Sindicato e trabalhadores cobram cláusula
4ª
1995
Agosto
Iniciada campanha reivindicatória “Queremos Emprego,
Renda e Qualidade de Vida”, incluindo na pauta o pagamento
da cláusula 4ª. Remessa do agravo de instrumento
do STF. Distribuído ao relator, Ministro Marco Aurélio.
Setembro
Relator manda Recurso Extraordinário subir ao STF
Novembro
Rejeitado o Agravo Regimental na 2ª Turma.
1996
Agosto
Lema da campanha “Chega de Globláblá!Reposição
e Produtividade Já!”, contra a globalização
e pagamento da cláusula 4ª já!
1997
Novembro
Sindicato opõe Embargos de Declaração
1998
Setembro
2ª Turma do STF admite Embargos do Sindiquímica,
determinando exame de mérito do processo de cláusula
4ª. Iniciada campanha salarial unificada dos petroleiros
e petroquímicos.
1999
Junho
04 - STF publica Acórdão, aceitando julgamento
do mérito da cláusula 4ª.
Setembro
18 - Assembléia no Galícia reúne 5.000
trabalhadores e lança campanha reivindicatória
“Vamos buscar a cláusula 4ª”
2000
Dezembro
07 - Parecer da Procuradoria Geral da República (PGR)
favorece trabalhadores. Processo retorna ao ministro Marco
Aurélio
2001
Janeiro
Publicação parecer PGR
Maio
08 – Iniciado julgamento no STF. Voto favorável
do relator, Ministro Marco Aurélio 1x0. Ministro Nelson
Jobim pede vistas do processo. Caravana para Brasília
e vigília no Sindicato
Setembro
18 - 2ª Turma do STF julga processo favorável
aos trabalhadores por 3 x2 votos. Caravana para Brasília
e vigília, na sede do Sindicato.
29 – Assembléia enche campo do Galícia,
lança campanha “Cláusula 4ª. Rumo
a vitória final!” e define estado permanente
de mobilização.
2002
Janeiro
27 – Caminhada da cláusula 4ª na orla marítima
reúne 3.000 trabalhadores
Março
Vários acampamentos são realizados reunindo
empresas do Pool I e Dow Química
Abril
19 - STF publica Acórdão retificando vitória
dos trabalhadores.
Julho
30 - Manifestação na via Paralela. Passeata
até a sede da Odebrecht.
Agosto
Campanha reivindicatória “Ponto Zero, Questão
de Honra”, colocando como reivindicação
zero a cláusula 4ª
Novembro
13 - Mobilizações na Polibrasil e UCAR.
26 - 2ª turma do STF aprecia embargos declaratórios
do patronato. Carlos Veloso julga favorável aos trabalhadores.
Gilmar Mendes pede vistas ao processo.
Dezembro
2ª turma STF por 3 votos a 2 acolheu embargos declaratórios
do patronato, alterando julgamento anterior. Iniciada campanha
“Não queremos festa, queremos o que é
nosso”, exigindo pagamento da cláusula 4ª.
2003
Janeiro
29 - Mobilização na Polibrasil. Paralisação
na UCAR
Março
21 - STF publica Acórdão dos embargos declaratórios
interpostos pelo Sindicato e trabalhadores.
Junho
03 - 2ª turma do STF suspende julgamento de embargos
declaratórios do Sindicato. Nelson Jobim pede vistas
do processo.
Setembro
Campanha reivindicatória “Vamos tirar a camisa
da empresa”, até arrancar do patronato o pagamento
da cláusula 4ª
2004
Setembro
Campanha Reivindicatória “Responsabilidade Social
começa na fábrica”, exigindo pagamento
da cláusula 4ª
2005
Maio
14 - Policarbonatos faz acordo e paga cláusula 4ª
Maio
31 – Conclusão do julgamento pela 2ª turma
do STF. Embargos declaratórios do Sindicato são
rejeitados. Processo vai para o Plenário do STF.
Outubro
07 - STF publica Acórdão de Recurso Extraordinário,
com possibilidade de Embargos de Divergência para o
Plenário do Tribunal.
24 - Sindicato ingressou com recurso decisivo para julgamento
do Plenário do STF (Embargos de Divergência)
2006
Fevereiro
7 - Ministro Sepúlveda Pertence profere despacho favorável
e processo vai para julgamento no Plenário do STF
Abril
23 e 26 – Procuradoria Geral da República designa
Procurador para elaborar parecer e encaminhar processo para
o Plenário do STF
Novembro
10 - processo retorna ao relator do STF, Sepúlveda
Pertence, com parecer da PGR contrário aos trabalhadores.
Dezembro
13 - Sepúlveda Pertence solicitou pauta para julgamento
no STF
2007
Junho
28 - Julgamento no Plenário do STF. Ministro Relator
dá voto favorável aos trabalhadores 1x 0 e Ministro
Gilmar Mendes pede vistas ao processo. TV Justiça transmite
ao vivo. Vigília no Sindicato. Comissão acompanha
em Brasília.
15 de agosto – Ministro Gilmar Mendes devolve processo
para julgamento no STF
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