Tudo pronto para o VI Congresso Nacional da CNQ-CUT
A Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ-CUT) está preparando os últimos detalhes da organização do seu VI Congresso Nacional, cujo início será nesta segunda-feira, dia 28 de junho, estendendo-se até o dia 2 de julho. O Congresso será no Dorisol Recife Grand Hotel - Recife/PE .
Estão previstas a participação de quase 300 delegados e delegadas, representando entidades sindicais do ramo químico dos mais diversos estados brasileiros.
Os responsáveis pela Comissão Organizadora do Congresso e os funcionários e funcionárias da CNQ já estão em Recife, preparando os últimos detalhes da organização, de modo a garantir uma perfeita organização desse que é o mais importante evento da CNQ.
Por esse motivo, desde quinta-feira, 24 de junho, não há expediente na sede central da CNQ-CUT, em São Paulo, pois todas as atividades e atendimentos estão centralizadas na cidade de Recife.
Confira a Programação do VI Congresso
Dia 28/06 (Segunda Feira)
14h00 - Início do credenciamento.
18h00 - Encerramento do credenciamento.
19h00 - Abertura solene do VI Congresso da CNQ/CUT.
Dia 29/06 (Terça feira)
07h00 às 09h00 - Café.
08h00 - Reabertura do credenciamento.
09h00 - Mesa 1: Leitura, apreciação e votação do regimento interno e recursos.
10h00 - Mesa 1 - Ajuste Estatutário.
10h30 - Mesa 1 - tema: Conjuntura internacional e nacional.
12h00 - Encerramento do credenciamento de delegados/as.
Das 13h00 às 14h00 - Credenciamento dos suplentes.
Das 13h00 às 14h00 - Almoço.
14h00 - Mesa 2 - tema: “O Setor de Celulose e Papel e a Prática de “Terceirização”.
17h00 - Encerramento do 1º Dia.
20h30 - Jantar.
Dia 30/06 (Quarta feira)
07h00 às 09h00 - Café.
09h00 - Mesa 3: Balanço da direção - Mandato 2007 / 2010 e análise setorial.
10h00 - Encerramento do prazo para inscrição de chapas.
11h00 - Mesa 4 - Estrutura sindical.
Das 13h00 às 14h00 - Almoço.
14h00 - Mesa 5 - tema: Pré-Sal e seus reflexos para o Ramo Químico - Marco Regulatório.
16h00 - Mesa 6 - Eleição da direção nacional e do conselho fiscal.
17h30 - Encerramento do 2º Dia.
20h30 - Jantar e atividade cultural.
Dia 01/07 (Quinta feira)
07h30 às 09h00 - Café.
09h00 - Mesa 7 - tema: Setor Farmacêutico: “As perspectivas de investimentos na Indústria Farmacêutica Brasileira para o próximo período”.
11h00 - Mesa 8 - Plano de Lutas e Ações.
Das 13h00 às 14h00 - Almoço.
14h00 - Mesa 9 - Posse da nova direção nacional e do conselho fiscal da CNQ/CUT.
15h30 - Saída das delegações.
O que é a CNQ-CUT
A Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ-CUT) representa os trabalhadores(as) nas indústrias químicas, de plásticos, farmacêuticas, higiene, limpeza e perfumaria, de tintas, adubos, corretivos agrícolas, de abrasivos, de álcool, de borracha, de papel, celulose,papelão, de vidros, cerâmicas, petroquímicas e extração e refinação de petróleo.
A CNQ conta com mais de 70 sindicatos filiados, duas federações estaduais e uma federação nacional (Federação Única dos Petroleiros - FUP), ou seja, com representação na maioria dos estados brasileiros.Se analisarmos o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, observamos que o ramo químico é o responsável por 12% de tudo o que é produzido no país. E a CNQ tem representação dos trabalhadores de boa parte das empresas dos diversos segmentos do ramo.
A CNQ foi criada em 1992, resultado da junção do Departamento Nacional dos Químicos da CUT com o Departamento Nacional do Petróleo. No seu primeiro congresso, realizado em agosto de 1995, foram formadas as secretariais regionais do ramo e ampliaram-se as discussões para a integração de outros setores, que depois vieram a compor o ramo químico.
A direção da CNQ é composta por 36 membros, com uma coordenação geral e secretarias voltadas para atividades diversas, tais como, finanças e administração, relações internacionais, saúde e meio ambiente, formação e organização no local de trabalho, gênero, imprensa e comunicação, políticas sociais, secretarias setoriais e regionais.
Assessoria de Imprensa
CNQ-CUT
O ex-diretor deste Sindicato, aposentado da empresa Millennium e também professor universitário, fala sobre aspectos da cidadania analisados no seu livro Uma história do exercício da cidadania no Brasil.